Acabei de ver algo bastante impressionante nos números de 2025. A fortuna líquida de Elon Musk atingiu 754 mil milhões de dólares nesse ano, tornando-se na primeira pessoa a ultrapassar a barreira dos 700 mil milhões. É um número que soa quase irreal.



O mais interessante é como chegou a isso. A sua riqueza cresceu 333 mil milhões de dólares nesse período, impulsionada principalmente por duas coisas: a SpaceX atingiu uma avaliação de 800 mil milhões de dólares, e depois reativaram os seus incentivos em ações da Tesla. Isso explica bastante o movimento.

Mas o que mais me chamou a atenção foi o contexto mais amplo. A riqueza combinada de todos os multimilionários globais cresceu 3,6 biliões de dólares em 2025. Os dez mais ricos ganharam coletivamente 729 mil milhões. Seis desses dez são empresários tecnológicos americanos, o que reflete claramente onde está concentrada a inovação em inteligência artificial e tecnologia.

É um lembrete de como a riqueza se concentra em certos setores e geografias. O património líquido de Elon Musk de 754 mil milhões em 2025 foi principalmente um reflexo do boom tecnológico daquele ano. Agora, em 2026, as coisas continuam a evoluir, mas esses números de 2025 marcaram um marco importante na história da riqueza global.
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