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Merck e Pfizer têm desempenho inferior enquanto o rali do mercado amplia a divisão no setor farmacêutico
Enquanto os mercados de ações dos EUA se preparavam para uma terça-feira positiva, com futuros do S&P 500 e Nasdaq mostrando ganhos modestos, duas gigantes farmacêuticas seguiram um ritmo diferente. Merck & Co. e Pfizer tiveram um desempenho inferior ao do mercado em geral, com as ações da Merck recuando 1% e as da Pfizer caindo quase 5% — uma divergência marcante que destaca a mudança no sentimento dos investidores no setor.
Por que os Gigantes da Pharma Ficaram Para Trás do Impulso do Mercado
O desempenho abaixo do esperado ocorreu apesar de relatórios de lucros respeitáveis de ambas as empresas, mesmo com os setores de tecnologia e ouro continuando seu avanço robusto. A comparação levanta uma questão crítica para a Big Pharma: enquanto a economia em geral acelera, os players tradicionais podem acompanhar? Tanto a Merck quanto a Pfizer apresentaram resultados financeiros sólidos, mas o mercado puniu-as, sugerindo que os investidores estão considerando obstáculos de longo prazo em vez de celebrar ganhos de curto prazo.
O Motor de Oncologia da Merck Conduz Resultados Mistas
A Merck reportou um aumento de 5% nas vendas globais do quarto trimestre, atingindo US$ 16,4 bilhões, com receita anual superior a US$ 65 bilhões. A verdadeira história está na oncologia — o pilar do negócio da Merck. O Keytruda, seu principal tratamento contra o câncer, gerou quase US$ 32 bilhões em vendas anuais, representando quase metade da receita total da empresa e demonstrando um crescimento de 7% em relação ao ano anterior.
No entanto, essa dominância tem um relógio ticking. Como o Keytruda enfrentará a eventual expiração de patente ainda nesta década, a Merck acelerou urgentemente sua carteira emergente. Winrevair, um medicamento para hipertensão, gerou US$ 1,4 bilhão em seu primeiro ano, enquanto a vacina contra pneumococos Capvaxix contribuiu com pouco menos de US$ 800 milhões. A divisão de Saúde Animal também impressionou, com vendas crescendo 8% para US$ 6,4 bilhões. Para 2026, a Merck projeta uma receita em torno de US$ 66 bilhões, sinalizando confiança da gestão na estabilidade de curto prazo, apesar do iminente declínio do Keytruda.
A Mudança da Pfizer: Navegando pelos Desafios de Patentes e Apostando na Pipeline
A Pfizer enfrentou desafios mais acentuados em 2025, com receita anual caindo 2%, para aproximadamente US$ 63 bilhões. Ainda assim, dentro dessa contração, há uma reposição estratégica. O segmento de oncologia manteve-se firme, impulsionado por medicamentos mais novos como Padcev e Lorbrena, compensando fraquezas em outras áreas. O lucro ajustado por ação subiu 4%, para US$ 3,22, impulsionado por melhorias de margem e gestão disciplinada de custos.
Para 2026, a Pfizer orientou uma receita entre US$ 59,5 bilhões e US$ 62,5 bilhões, com EPS ajustado entre US$ 2,80 e US$ 3,00. A empresa reconhece abertamente os obstáculos de expiração de patentes e pressões de preços, mas permanece confiante de que cerca de 20 estudos clínicos cruciais que serão lançados este ano irão impulsionar o crescimento futuro. Trata-se de uma aposta na sua pipeline para reescrever sua trajetória.
O Panorama Geral: O Momento de Transição da Indústria Farmacêutica
O desempenho inferior de Merck e Pfizer reflete não fraqueza, mas transição. Ambas as empresas enfrentam os desafios do declínio de patentes com maturidade e visão estratégica, construindo silenciosamente portfólios de próxima geração enquanto mantêm disciplina operacional. Sua capacidade de entregar crescimento ajustado de lucros e orientações de receita direcionadas — mesmo com a compressão dos múltiplos de mercado — demonstra resiliência em uma indústria em mudança estrutural. Para os investidores, a questão não é se esses titãs farmacêuticos sobreviverão, mas se suas novas pipelines conseguirão reacender o apetite dos investidores antes que os antigos blockbusters desapareçam.