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Adeus à era da Disney! A Disney(DIS.US) anuncia D'Amaro como novo CEO, com entrada em vigor a 18 de março
A Disney (DIS.US) anunciou na terça-feira que o atual chefe do “Negócio de Experiências”, Josh D’Amaro, irá suceder Bob Iger como CEO da empresa, encerrando o processo de busca por um sucessor que durou três anos. Esta nomeação entrará em vigor oficialmente a partir de 18 de março, marcando uma nova fase de liderança para este gigante do entretenimento centenário.
Com 54 anos, D’Amaro está na Disney há 28 anos, tendo trabalhado há muito tempo na área de parques temáticos e resorts. Atualmente, ele lidera o departamento de experiências, que é a principal fonte de lucros da Disney. Ele foi escolhido entre vários candidatos internos, incluindo a co-presidente de negócios de entretenimento e responsável pela televisão, Dana Walden, o responsável pelo cinema, Alan Bergman, e o presidente da ESPN, Jimmy Pitaro.
A Disney também anunciou que Walden assumirá o novo cargo de “Presidente e Diretora Criativa Chefe”, reportando-se diretamente a D’Amaro. D’Amaro também passará a fazer parte do conselho de administração. Iger continuará como membro do conselho e atuará como conselheiro sênior até seu aposentamento oficial em 31 de dezembro deste ano. A empresa afirmou que Iger tem orientado pessoalmente os potenciais sucessores nos últimos anos, e que o conselho deseja garantir uma transição suave, evitando repetir erros de sucessão do passado.
O presidente da Disney, James Gorman, afirmou que D’Amaro possui uma liderança inspiradora, espírito inovador e visão estratégica de crescimento, sendo a melhor escolha para conduzir a Disney rumo ao futuro. Relatos anteriores da mídia indicaram que o conselho estava próximo de confirmar D’Amaro como CEO.
D’Amaro já foi presidente dos parques da Disney na Califórnia e na Flórida, além de gerenciar 12 parques temáticos, 57 hotéis e mais de 185 mil funcionários em resorts. Ele liderou a implementação do parque temático de “Star Wars” e promoveu atualizações nas instalações do Epcot. Sob sua liderança, a Disney iniciou um plano de expansão de resorts de dez anos, no valor total de 60 bilhões de dólares, incluindo a ampliação da frota de cruzeiros de 7 para 13 navios, além de uma parceria com o grupo Miral para construir o primeiro parque temático no Oriente Médio.
A transição ocorre em um momento crucial de transformação para a Disney. Durante seu segundo mandato como CEO, Iger conseguiu reverter a queda do negócio de streaming, que no ano passado registrou um lucro de 1,3 bilhão de dólares, uma melhora significativa em relação ao prejuízo de 4 bilhões de dólares em 2022. No entanto, o preço das ações da Disney ficou abaixo do índice S&P 500 nos últimos três anos, o crescimento de usuários de streaming desacelerou, e o negócio de televisão tradicional encolheu, levando os investidores a manterem uma postura cautelosa quanto ao setor de mídia como um todo.
Especialistas apontam que a experiência profissional de D’Amaro é quase toda no setor de parques temáticos, e que ele enfrentará desafios mais complexos no futuro: por um lado, será necessário continuar a melhorar a rentabilidade dos negócios de cinema e streaming, e por outro, lidar com a queda na audiência de canais tradicionais como ABC e Disney Channel. Desde 2023, Walden tem sido responsável pelas operações de televisão e streaming, tendo liderado a Disney a alcançar lucro em streaming pela primeira vez em 2024. Nos próximos anos, os dois formarão uma parceria fundamental.
Durante seu mandato, Iger investiu centenas de bilhões de dólares na aquisição de ativos como Pixar, Lucasfilm, Marvel e 21st Century Fox, além de lançar o Disney+ em 2019, estabelecendo a estratégia de streaming da Disney. No entanto, a questão de quem seria seu sucessor foi uma preocupação de longa data. O sucessor indicado por Iger, Bob Chapek, assumiu em 2020, mas foi demitido em menos de três anos, levando o conselho a convidar Iger de volta em 2022.
A transição foi liderada por Gorman, que assumiu o planejamento de sucessão em agosto de 2024, destacando que o processo foi mais cuidadoso e meticuloso para evitar turbulências passadas. Iger, ao se despedir, afirmou que o novo CEO herdará “uma boa mão”, que a empresa ainda possui uma base sólida e oportunidades de crescimento, mas que, em um mundo em rápida mudança, a Disney também deve continuar evoluindo.