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As Colinas Mrima do Quénia são um tesouro de minerais de terras raras e nióbio, avaliados em mais de $62 mil milhões em 2013. Os EUA, com as suas indústrias tecnológicas de ponta, estão ansiosos por explorar esses recursos, essenciais para a produção de veículos elétricos, smartphones e outros produtos inovadores. Como resultado, o Quénia está prestes a tornar-se um ator-chave no jogo da diplomacia mineral global, com os EUA, China e Austrália a competir pelo acesso aos seus recursos. Os EUA estão cientes da importância de manter boas relações com o Quénia, um país com um governo estável e vastos depósitos minerais. Ao contrário da República Democrática do Congo, onde a Rússia e a China têm interesses significativos no setor mineral, o atual governo queniano está mais disposto a cooperar com os investidores americanos.