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Em 2025, a colaboração entre a Dusk e o banco holandês ING chamou a atenção na indústria de blockchain. Não é apenas uma parceria comercial, mas um exemplo prático de como a tecnologia blockchain pode integrar-se na infraestrutura financeira tradicional.
Falando de tokenização de ativos, qual é a maior preocupação das instituições? A segurança dos fundos. A maioria dos projetos de blockchain armazena os fundos dos usuários diretamente em contratos inteligentes na cadeia. Parece simples, mas os problemas também são evidentes — contratos inteligentes podem ter vulnerabilidades, plataformas podem desviar fundos, e grandes instituições financeiras naturalmente não aceitarão isso.
A abordagem da Dusk é completamente diferente. Eles independizaram a custódia dos fundos do restante da arquitetura, projetando-a como um módulo separado, que se conecta ao sistema de custódia de bancos licenciados. A lógica central é: as transações ocorrem na cadeia, enquanto os fundos são mantidos fora dela.
Como funciona na prática? Quando um usuário institucional realiza uma transação de tokenização na plataforma Dusk, os fundos não entram diretamente na conta na cadeia. Em vez disso, o banco ING, como terceiro custodiante, dedica esses fundos a um propósito específico. Após receber a instrução de transação, o módulo de custódia da Dusk a sincroniza com o sistema do ING. O banco ING, com base nos dados de transação verificados na cadeia, realiza a transferência e liquidação dos fundos, e então envia as informações de movimentação financeira de volta à cadeia Dusk através de um oráculo, permitindo a reconciliação em tempo real entre ativos na cadeia e fundos fora dela.
Qual é a vantagem dessa solução? A propriedade dos fundos permanece sempre nas mãos do usuário ou da instituição, e não sob controle de uma plataforma específica. Assim, ela evita riscos técnicos e elimina riscos morais, resolvendo as preocupações das instituições.