Alerta de segurança de ativos criptográficos: França enfrenta uma série de roubos físicos, dispositivos USB tornam-se alvos de alto risco

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Recentemente, um assalto à residência na França voltou a alertar para os riscos — de acordo com dados divulgados pelo diretor técnico da empresa de segurança Casa, Jameson Lopp, no ano passado foram registados mais de 70 incidentes globais de “ataques com ferramenta” (ou seja, ataques físicos e de ameaça para obter ativos criptográficos), sendo a França uma das principais áreas de criminalidade relacionada com criptomoedas na Europa, com 14 casos reportados.

Em 9 de janeiro, ocorreu um típico assalto a uma criptomoeda na região de Manosque, França. Três homens encapuzados invadiram uma residência, ameaçaram com armas e amarraram uma mulher vítima, antes de roubarem um dispositivo USB que continha dados de criptomoedas do seu parceiro. Após o incidente, a vítima entrou em contacto rapidamente com as autoridades locais, e o departamento de investigação criminal já está a conduzir as diligências.

Este caso reflete as ameaças reais enfrentadas pelos detentores de ativos criptográficos. Ao contrário dos ataques de hackers no mundo digital, os “ataques com ferramenta” dirigem-se diretamente a indivíduos e famílias, usando violência física e ameaças para forçar a obtenção de chaves privadas, frases de recuperação ou dispositivos de armazenamento como carteiras de hardware. Os dispositivos USB, devido à sua portabilidade e discrição, tornam-se frequentemente o alvo principal dos criminosos — são pequenos, fáceis de transportar, mas podem conter controlo de milhões ou até dezenas de milhões de euros em ativos criptográficos.

A razão pela qual a França se tornou um local frequente para este tipo de crime, segundo a indústria, está relacionada com a grande base de utilizadores de criptomoedas, a concentração de riqueza e uma consciência de segurança relativamente fraca. Das mais de 70 ocorrências globais no ano passado, as 14 na França representam quase 20%, muito acima de outros países europeus, o que indica que os utilizadores franceses de criptomoedas enfrentam riscos de segurança física mais elevados.

Para os detentores de ativos criptográficos, esta tendência levanta uma questão importante: como proteger a sua segurança pessoal e patrimonial enquanto o crescimento dos ativos digitais continua. Além de reforçar as medidas de segurança doméstica, estratégias como diversificar os locais de armazenamento, usar carteiras multi-assinatura e evitar divulgar informações sobre posições em público são formas eficazes de mitigar riscos.

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