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Sobre a alegação de que o governo da Venezuela secretamente acumulou US$ 60 bilhões em Bitcoin, tem sido um tema bastante discutido no mercado recentemente. No entanto, Mauricio Di Bartolomeo, um profissional do setor que atua há anos na mineração de Bitcoin localmente, desmentiu essa história — esses rumores baseiam-se principalmente em especulações e informações de segunda mão, sem nenhuma evidência concreta na cadeia de blocos que comprove a veracidade.
Esses rumores se apoiam principalmente em três afirmações: primeiro, que a venda de ouro de US$ 2,7 bilhões em 2018 foi trocada por Bitcoin; segundo, que parte das transações de petróleo foi liquidada em criptomoedas; e terceiro, que o governo confiscou diretamente equipamentos de mineração para minerar por conta própria. Parece plausível, mas uma análise mais aprofundada revela inconsistências.
Mauricio reconhece que a Venezuela realmente aceitou criptomoedas em suas trocas de petróleo e gás, e que o governo confiscou equipamentos de mineração de fato. Mas a questão principal é — não há qualquer prova confiável de que a transação de ouro de fato tenha sido convertida em Bitcoin. Os principais envolvidos nessa transação, incluindo o atual ministro da Indústria e Produção, Alex Saab, foram detidos pelos EUA entre 2020 e 2023, sendo posteriormente libertados por meio de um acordo de troca de prisioneiros.
Fazendo as contas, fica claro que se Saab realmente estivesse segurando entre US$ 100 e US$ 200 bilhões em Bitcoin, esse valor ultrapassaria o total de reservas oficiais divulgadas pelo Banco Central da Venezuela (que é de US$ 9,9 bilhões). Mas o problema é que nunca houve qualquer endereço na cadeia de blocos que pudesse ser confiavelmente vinculado a Saab ou ao governo venezuelano. Sem endereços, sem registros de transferências, sem provas de cold wallets — por isso esses rumores permanecem apenas rumores.
Na cadeia é que se vê quem é quem, sem endereço não vale a pena se gabar.
A análise confiável parece estar cada vez mais rara, tudo é imaginação.
Mauricio falou com razão nesta onda, rumores sem provas realmente devem ser menos acreditados.
Os números não batem, como é possível?