O aumento do preço da prata, por que razão o Elon Musk ficou preocupado? Porque ela já não é mais uma “versão barata do ouro”, mas sim o “sangue industrial” que prende o pescoço da tecnologia global.
Painéis solares, veículos elétricos, servidores de IA — estas indústrias do futuro dependem extremamente da prata. A sua condutividade elétrica e desempenho na dissipação de calor são insubstituíveis; não se trata de preço, mas de limites de desempenho e segurança. A quantidade de prata usada em veículos elétricos é mais de 3 vezes superior à dos veículos a combustão, e a busca por sinais de IA com zero latência faz da prata uma necessidade absoluta.
Porém, há um nó na oferta: 70% da prata mundial é subproduto de minas de cobre, chumbo e zinco, e a produção não depende do preço da prata, mas sim do mercado das minas principais. Ao mesmo tempo, gigantes industriais estão a comprar em massa, e a Índia está a pagar pelas importações de energia com prata, consumindo estoques de forma frenética. Os estoques de prata em Nova York e Londres já caíram entre 40%-70% em relação a 2020, e o estoque spot local dura apenas 30 dias.
As novas políticas de controle de exportação da China agravaram ainda mais a escassez global. A previsão é que a lacuna ultrapasse 3600 toneladas em 2025, podendo chegar a quase 8000 toneladas em 2026. Os gigantes do Vale do Silício podem enfrentar, no futuro, não apenas preços elevados, mas a impossibilidade de adquirir prata.
No curto prazo, a reestruturação da indústria é inevitável; as montadoras podem priorizar veículos de alta gama. A longo prazo, é preciso uma inovação tecnológica — seja desenvolvendo soluções de “desprateificação”, seja comprando minas diretamente.
Para o público comum: a volatilidade da prata é de 2 a 3 vezes maior que a do ouro, sendo apelidada de “metal do diabo”. Esta tempestade envolve o destino da tecnologia, mas não é um jogo de especulação que qualquer pessoa possa dominar facilmente.
O que você acha desta crise da prata? Comente na área de discussão.
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O aumento do preço da prata, por que razão o Elon Musk ficou preocupado? Porque ela já não é mais uma “versão barata do ouro”, mas sim o “sangue industrial” que prende o pescoço da tecnologia global.
Painéis solares, veículos elétricos, servidores de IA — estas indústrias do futuro dependem extremamente da prata. A sua condutividade elétrica e desempenho na dissipação de calor são insubstituíveis; não se trata de preço, mas de limites de desempenho e segurança. A quantidade de prata usada em veículos elétricos é mais de 3 vezes superior à dos veículos a combustão, e a busca por sinais de IA com zero latência faz da prata uma necessidade absoluta.
Porém, há um nó na oferta: 70% da prata mundial é subproduto de minas de cobre, chumbo e zinco, e a produção não depende do preço da prata, mas sim do mercado das minas principais. Ao mesmo tempo, gigantes industriais estão a comprar em massa, e a Índia está a pagar pelas importações de energia com prata, consumindo estoques de forma frenética. Os estoques de prata em Nova York e Londres já caíram entre 40%-70% em relação a 2020, e o estoque spot local dura apenas 30 dias.
As novas políticas de controle de exportação da China agravaram ainda mais a escassez global. A previsão é que a lacuna ultrapasse 3600 toneladas em 2025, podendo chegar a quase 8000 toneladas em 2026. Os gigantes do Vale do Silício podem enfrentar, no futuro, não apenas preços elevados, mas a impossibilidade de adquirir prata.
No curto prazo, a reestruturação da indústria é inevitável; as montadoras podem priorizar veículos de alta gama. A longo prazo, é preciso uma inovação tecnológica — seja desenvolvendo soluções de “desprateificação”, seja comprando minas diretamente.
Para o público comum: a volatilidade da prata é de 2 a 3 vezes maior que a do ouro, sendo apelidada de “metal do diabo”. Esta tempestade envolve o destino da tecnologia, mas não é um jogo de especulação que qualquer pessoa possa dominar facilmente.
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