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#美伊谈判陷入僵局 Fim da guerra entre EUA e Irã, quem foi o maior vencedor? A batalha foi desastrosa, mas alguns estão em casa ganhando de lavada!
As fumaças se dissiparam, a guerra quente de 39 dias entre EUA e Irã finalmente foi interrompida.
Os Estados Unidos dizem que venceram, destruíram instalações nucleares, eliminaram altos funcionários; o Irã também afirma que venceu, manteve o regime, resistiu até o fim.
Mas nós, pessoas comuns, não devemos ser enganados pelo discurso de “duplo ganho” — o verdadeiro vencedor nunca está no campo de batalha lutando com facas, mas sim contando dinheiro, colhendo dividendos, assistindo à piada.
Hoje vamos explicar de forma simples: nesta guerra que virou uma bagunça, quem está sorrindo por trás, quem fica chorando de cabeça baixa no banheiro?
Um, o mais forte “velho seis” do mundo: o complexo industrial-militar dos EUA, contando dinheiro até ficar sem fôlego
Se falar do vencedor mais direto e que mais lucrou, sem dúvida, é o complexo industrial-militar dos EUA — Lockheed Martin, Raytheon, Boeing, esses “traficantes de guerra”.
Pense bem, guerra é como uma festa, eles são os únicos que vendem “bebidas e petiscos”, só eles, não há outra loja:
Mísseis, bombas, drones, estoque zerado? O Congresso aprova bilhões em fundos militares para reposição, pedidos até três anos à frente, as ações sobem todos os dias;
Depois de atacar o Irã, os países do Oriente Médio ficam assustados, a fila para comprar armas se forma na Arábia Saudita, Emirados Árabes, o mercado de armas de alta tecnologia é monopolizado por eles;
E o mais impressionante: políticos americanos, antes da guerra, compram ações de empresas militares em segredo, após a alta, vendem no pico, 37 deputados faturaram mais de um bilhão de dólares com a guerra, transformando o conflito em um jogo de ações.
Resumindo: o campo de batalha é de outros, o dinheiro é deles; quanto mais forte o fogo, mais eles lucram. Essa rodada, o complexo militar ganhou de lavada.
Dois, o teto do “ganho fácil”: Rússia, arrecadando aluguel e aliviando a pressão
Se o complexo militar é “ganhar dinheiro rápido”, a Rússia é o maior vencedor silencioso, que faz grandes negócios estratégicos, considerado o “velho seis” de alta classe internacional.
Sem participar diretamente, mas aproveitando todas as vantagens, com uma calma que até assusta:
Lucro com energia: quando EUA e Irã entram em guerra, o Estreito de Hormuz fica bloqueado, o preço do petróleo dispara de 70 para 120 dólares. Como grande produtor de petróleo e gás, cada dólar de alta no preço rende dezenas de bilhões ao seu caixa, as sanções ocidentais perdem força instantaneamente, a economia se recupera;
Flexibilidade estratégica: com dezenas de milhares de soldados e bilhões investidos no Oriente Médio, os EUA não têm energia para cuidar da Europa Oriental ou expandir a OTAN, a pressão na fronteira russa desaparece, eles podem fazer o que quiserem;
Retorno ao Oriente Médio: apoiando Iran, vendendo armas, promovendo cooperação energética, a Rússia voltou a ser um ator central na região após décadas, com influência maior que na era soviética.
Enquanto outros lutam e ficam na lama, a Rússia fica em casa “tomando chá, vendendo petróleo, ampliando sua influência”, sem perdas ou baixas, colhendo dividendos à vontade. Essa é a verdadeira vitória silenciosa.
Três, a vitória amarga dos “ossos duros”: Irã, ganhou a dignidade, perdeu o patrimônio
O Irã pode ser considerado um vencedor? Pode, mas foi uma “vitória amarga” — ganhou na face e na dignidade, mas perdeu na essência e na vida das pessoas.
Resistiu 39 dias, sem que os EUA derrubassem o regime, isso é impressionante:
O regime foi mantido: embora haja perdas entre os líderes, o regime não caiu, a coesão nacional foi fortalecida, a influência no Oriente Médio aumentou;
Lucro com o petróleo: com o Estreito de Hormuz sob controle, o aumento do preço do petróleo gera divisas, além de cobrar “pedágio” na passagem, arrecadando bilhões por ano;
Unidade xiita: Iraque, Síria, Hezbollah no Líbano se uniram, fortalecendo o poder xiita na região, mais forte do que na época soviética.
Mas o preço foi alto demais: cidades destruídas, fábricas arrasadas, economia em colapso, inflação fora de controle, mais de 20 mil mortos e feridos, civis deslocados.
Resumindo: o Irã venceu na guerra, mas perdeu na vida; manteve a dignidade, mas viu sua terra se desintegrar.
Quatro, vitória aparente, prejuízo real: governo dos EUA, pontua na tática, fracassa na estratégia
Os EUA parecem “vencedores” na superfície, com aparência de força, mas na essência, estão profundamente perdidos — um típico “ganhou na batalha, perdeu na guerra”.
Na tática, destruíram instalações nucleares, mataram altos funcionários iranianos, parecem poderosos; mas na estratégia, tudo é uma armadilha:
Dinheiro queimado: em 39 dias, gastaram mais de um trilhão de dólares, a dívida pública disparou, a inflação explodiu, a economia está sob pressão, o dinheiro do contribuinte foi jogado fora;
Perda de hegemonia: ao não conseguir subjugar o Irã, enfraqueceram seus aliados no Oriente Médio (Arábia Saudita, Emirados), a base do dólar petróleo vacilou, sua influência global diminuiu;
Entrando na lama: sem derrotar completamente o Irã, ficaram presos em uma guerra de desgaste, com forças e recursos limitados, deixando de ser uma superpotência que pode fazer o que quiser.
Governo dos EUA: ganhou na aparência, perdeu na essência; ganhou o presente, perdeu o futuro. Um prejuízo enorme, de verdade.
Seis, o maior perdedor: o povo do Irã + os civis do Oriente Médio, sob fogo, sem vencedores
Por fim, o maior prejuízo: os civis comuns do Irã e do Oriente Médio.
Suas casas destruídas, familiares mortos, preços nas alturas, sem comida, sem água, o sofrimento da guerra é todo deles.
E toda a região do Oriente Médio, com conflitos sectários, guerras por procuração, bloqueios no transporte marítimo, colapso econômico, décadas de desenvolvimento revertidos por uma guerra.
Conclusão: na guerra, não há vencedores, apenas perdedores em diferentes graus
A guerra EUA-Irã parece um confronto entre dois países, mas na verdade é uma disputa de interesses, uma festa de capitais, uma tragédia para o povo comum.
O complexo militar lucrou, a Rússia colheu dividendos, a China ganhou tempo, o Irã endureceu sua posição, os EUA perderam o futuro, e os civis, perderam tudo.
Por fim, desejo que não haja mais guerras, que as pessoas comuns possam viver em paz, sem precisar pagar o preço da guerra, sem lágrimas por fumaça e destruição.