Acabei de analisar alguns dados históricos do mercado de ações e percebi algo interessante sobre como o mercado sob presidentes tende a seguir um padrão bastante consistente. Aparentemente, existe toda uma questão do ciclo presidencial, onde o terceiro ano sempre se destaca, mas o primeiro ano? Geralmente é bem difícil.



Olhando para os números reais, o mercado de ações sob presidentes mostra oscilações bastante acentuadas nesse primeiro ano. Como o primeiro ano de Kennedy, que viu o S&P 500 subir de 59,96 para 68,75 (um ganho de cerca de 14,66%), mas depois temos Nixon em 1969, onde caiu 11,66%, ou Carter em 1977, com uma perda de -12,70%. O primeiro ano de Obama foi insano — o S&P 500 passou de 805,22 para 1.138,04, um aumento de 41%. O primeiro ano de Trump teve ganhos de 23,73%, e o de Biden, cerca de 16,38%.

O padrão faz sentido quando você pensa nisso. A maioria dos presidentes passa os anos um e dois focados na sua base, o que aparentemente não movimenta muito o mercado. Mas o terceiro ano? É quando eles apostam tudo na reeleição, impulsionando fortemente a economia. O mercado de ações sob presidentes realmente parece responder a esses incentivos políticos.

O que é impressionante é o quanto há de variação, no entanto. Alguns primeiros anos são brutais (Reagan -12,44%, Bush em 2001 -16%), enquanto outros são sólidos. Ford teve um aumento modesto de 6,38%, Clinton cerca de 9,6%. Dá para se perguntar se o mercado de ações sob presidentes realmente depende do presidente em si, ou apenas das condições econômicas mais amplas. De qualquer forma, os dados não mentem — é no terceiro ano que o dinheiro realmente é feito.
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