A imagem macroeconómica global está a passar por uma profunda reestruturação. O diretor de investimentos do Bank of America (BofA), Michael Hartnett, acredita que os vencedores do primeiro semestre de 2020 foram as ações, mas na segunda metade da década os motores do mercado serão as commodities em vez das ações americanas e do dólar dos EUA.



Hartnett, num relatório recente do Flow Show, observa que a atual rotação é impulsionada por seis mudanças estruturais: da globalização para o nacionalismo, da prioridade à eficiência para a prioridade ao bem-estar, a transição do Federal Reserve de independência para obediência, controlo rigoroso em vez de fronteiras abertas dos EUA, a corrida armamentista na área de IA entra numa fase de subversão, a reestruturação como tendência principal de setor de serviços para produção, e também o enfraquecimento do dólar face ao gasto fiscal generalizado. Numa tal conjuntura, as commodities tornam-se uma ferramenta de hedge tanto contra risco quanto contra inflação nos portfólios dos investidores.

As previsões recentes do mercado de Hartnett voltaram a confirmar-se — os seus sinais de venda indicaram precisamente os picos locais do S&P 500, e depois quase adivinhou o fundo do mercado. Atualmente, ele caracteriza o sentimento do mercado como uma transição de “vender na subida” para “máximos de maio” e espera um novo recorde de fluxo de fundos para ações em 2026.
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