Conflito militar no Médio Oriente a intensificar-se — de “ultimato” a “Fúria Épica 2”



6 de abril, a situação no Médio Oriente agravou-se drasticamente. O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo emitiu um aviso nesse dia, afirmando que as ações ilegais dos EUA e de Israel estão a levar a uma rápida deterioração da situação no Irão e que “pode eventualmente sair do controlo”.

A intensidade dos ataques militares aumentou significativamente. As Forças de Defesa de Israel realizaram no dia 6 um “ataque aéreo em grande escala” em vários aeroportos de Teerão, destruindo dezenas de aviões e helicópteros da Força Aérea Iraniana. Ao mesmo tempo, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão anunciou a execução da operação “Compromisso Verdadeiro-4”, na qual atacaram uma embarcação de assalto anfíbio dos EUA, que foi forçada a recuar para o sul do Oceano Índico após o ataque. O Irão também lançou três rodadas de mísseis em 20 minutos, com pelo menos 15 ogivas de fragmentação atingindo a região central de Israel, segundo informações da linha de frente.

O “ultimato” de Trump continua a aumentar. Trump estabeleceu o dia 7 de abril às 20h (horário da costa leste dos EUA) como prazo final, afirmando que, se o Irão não “se render”, as forças americanas poderão “destruir todas as pontes e usinas de energia do Irão em 4 horas”, e que o Irão pode ser derrotado numa única noite. Anteriormente, os EUA já tinham realizado dois ataques pontuais na ponte Beik, perto de Teerã, causando centenas de vítimas. Alguns funcionários do governo de Trump chamaram esta fase de “Operação Fúria Épica 2”.

Três principais impactos no mercado:

Primeiro, o trânsito pelo Estreito de Hormuz está bloqueado. O Irão reafirmou que deve continuar a bloquear o estreito, interrompendo cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo. O conselheiro de assuntos exteriores do líder supremo do Irão alertou que, se os EUA cometerem “novos erros”, irão retaliar bloqueando o Passo de Mando.

Segundo, não há sinais de uma resolução rápida do conflito. O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo advertiu que todas as partes devem abandonar palavras ameaçadoras e o ultimato, para evitar “arrastar toda a região para uma confusão irreversível”. O mercado deve estar preparado para um conflito sem um “cronograma definido”.

Terceiro, a pressão inflacionária continua a acumular-se. A análise do TD Securities indica que, se o conflito persistir, a alta do preço do petróleo agravará a pressão inflacionária, podendo limitar o espaço do Federal Reserve para afrouxar a política monetária e até reacender discussões sobre aumento de taxas.

Do ponto de vista de alocação de ativos, a lógica dos ativos tradicionais de refúgio está a ser reescrita, enquanto as criptomoedas demonstram uma resiliência de preço diferente do habitual.

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