#Gate广场四月发帖挑战 Criptoesfera em turbulência! Os principais mineradores vendem Bitcoin e investem em IA, a verdadeira história por trás da “mudança de pista” coletiva na mineração de criptomoedas.



Recentemente, a criptoesfera foi surpreendida por uma notícia de peso: a principal mineradora de Bitcoin global, MARA Holdings, de repente, começou a vender, acumulando a venda de 15.133 Bitcoins em curto prazo, levantando cerca de 11 bilhões de dólares em liquidez, e posteriormente declarou que esses fundos seriam investidos em IA e Computação de Alto Desempenho (HPC). Essa operação causou um impacto imediato na comunidade cripto, e o que é ainda mais interessante é que a transformação da MARA não é um caso isolado — cada vez mais empresas de mineração de criptomoedas estão silenciosamente abandonando o “mineração” como atividade principal, voltando-se para o setor de IA. Antes vista como uma “máquina de fazer dinheiro fácil”, por que a mineração de Bitcoin caiu na desgraça, deixando de ser a “máquina de imprimir dinheiro” para se tornar um “fardo quente” que precisa ser descartado? A IA realmente pode se tornar a “salvação” que permitirá às mineradoras escapar das dificuldades e renascer?

Para entender a lógica por trás dessa transformação setorial, primeiro é preciso compreender a crise de sobrevivência da mineração de criptomoedas — a lógica de lucro da mineração de Bitcoin foi completamente reescrita, e a era dos lucros exorbitantes acabou de vez.

Em abril de 2024, o Bitcoin passou pela sua quarta redução de halving, com a recompensa por bloco caindo de 6,25 BTC para 3,125 BTC, o que levou a uma redução significativa nos lucros dos mineradores, com a rentabilidade da mineração caindo de cerca de US$0,08 por dia (1 TH/s) para US$0,055 (1 TH/s). Com a diminuição dos lucros, os custos continuam altos: segundo o mais recente relatório da CoinShares, no primeiro trimestre de 2026, o preço de hash do Bitcoin caiu para US$28-30 por PH/s/dia, atingindo um novo mínimo após o halving, enquanto que, no quarto trimestre de 2025, o custo médio global de mineração de Bitcoin atingiu aproximadamente US$80.000 por moeda, com cerca de 15-20% das máquinas operando no prejuízo.

Além da crise cíclica do setor, o aperto regulatório global tem pressionado ainda mais a sobrevivência da mineração de criptomoedas. Atualmente, a regulamentação de ativos digitais está passando de um “crescimento selvagem” para uma “reestruturação de regras”: economias desenvolvidas como EUA e UE estão implementando políticas regulatórias mais rígidas, reforçando o combate à lavagem de dinheiro, esclarecendo as regras de emissão de ativos digitais, promovendo cooperação entre jurisdições e seguindo o princípio de “mesmo negócio, mesmo risco, mesma regulação”. A UE lançou a “Lei de Regulação do Mercado de Ativos Digitais”, que impõe uma supervisão de risco por níveis, exige que as plataformas de negociação mantenham capital mínimo e estabeleçam mecanismos anti-lavagem; os EUA não só aprovaram um ETF de Bitcoin à vista, como também criaram uma “Reserva Estratégica de Bitcoin”, integrando o mercado cripto ao sistema financeiro nacional; a China, por sua vez, mantém uma política de “regulamentação proibitiva”, restringindo a negociação e especulação com moedas virtuais e prevenindo riscos financeiros. Esse ambiente regulatório mais rigoroso aumenta significativamente a incerteza política na mineração de criptomoedas, forçando as empresas a buscar novas alternativas.

A postura do mercado de capitais reflete diretamente a crise do setor de mineração. Recentemente, as ações das principais mineradoras listadas na bolsa de Nova York sofreram forte queda: a MARA Holdings caiu 25,78% nos últimos três meses, com um índice de preço sobre valor patrimonial (P/VPA) de apenas 0,56, indicando que os ativos no balanço — máquinas, instalações — estão avaliados pelo mercado em apenas uma fração do valor contábil. O fluxo de capital está se retirando rapidamente do setor de ativos digitais altamente voláteis, e os investidores de Wall Street se perguntam: “Além de minerar Bitcoin, o que mais as mineradoras podem fazer?” Essa tendência de saída de fundos aumenta a pressão de caixa das empresas e torna a transformação uma necessidade. Nesse contexto, a IA surge como a principal pista de mudança — uma escolha natural, pois as vantagens de infraestrutura das mineradoras se alinham perfeitamente com as demandas de poder computacional da IA. Os data centers de mineração de Bitcoin já possuem alta capacidade de fornecimento de energia, instalações em grande escala e sistemas de resfriamento — exatamente os requisitos essenciais para operações de IA, especialmente no treinamento de grandes modelos de linguagem e computação de alto desempenho.

Para as mineradoras, a transição para IA não exige construir infraestrutura do zero: basta substituir os equipamentos de mineração por dispositivos de computação de IA, permitindo uma rápida entrada no mercado de serviços de capacidade computacional. De fato, a MARA já vem se preparando para essa mudança. Em agosto de 2025, a empresa adquiriu 64% da Exaion, subsidiária de tecnologia do grupo francês de energia, por US$1,68 bilhão em dinheiro, com o objetivo de aproveitar sua capacidade de HPC e serviços em nuvem para entrar no mercado de IA, que cresce a uma taxa média de 25% ao ano, reduzindo a dependência da volatilidade dos preços de criptomoedas. A venda de Bitcoin por US$11 bilhões, nesta ocasião, visa fortalecer ainda mais o balanço patrimonial e fornecer recursos para expansão dos negócios de IA. As ações da MARA representam apenas um exemplo da transformação coletiva do setor de mineração de criptomoedas.

A Core Scientific foi pioneira ao firmar um contrato de 12 anos e US$3,5 bilhões com o provedor de nuvem de IA CoreWeave para infraestrutura de GPU; a Riot interrompeu seus planos de expansão de fazendas de mineração, alugando suas instalações para grandes centros de dados e empresas de IA; a TeraWulf assinou um contrato de dez anos com a Fluidstack para fornecer clusters de computação de alto desempenho a grandes provedores de nuvem, além de receber US$1,8 bilhão do Google, o que fez suas ações dispararem quase 60% em um único dia. Esses exemplos demonstram que a transição de mineração para IA não é uma simples moda passageira, mas uma estratégia viável e com potencial de sucesso.

No entanto, é preciso manter os pés no chão: a IA não é uma “cura milagrosa” para as mineradoras, e o caminho de transição também apresenta desafios. Por um lado, a competição na área de capacidade de IA é intensa, com gigantes tecnológicos e provedores especializados já atuando há anos; as mineradoras, como novatas, enfrentam dificuldades em tecnologia, talentos e recursos de clientes. Por outro lado, a vantagem principal das mineradoras — infraestrutura — não é suficiente por si só, pois a operação de serviços de IA exige forte capacidade de pesquisa, desenvolvimento e manutenção tecnológica. Como transformar a “mineração” em “serviços de capacidade computacional” é uma questão crucial para todas as empresas do setor. Além disso, o mercado de IA também apresenta ciclos de alta e baixa, e as mudanças na demanda por capacidade e as rápidas evoluções tecnológicas podem afetar o sucesso da transição. Do ponto de vista do setor, a mudança coletiva da mineração de criptomoedas é uma volta ao seu propósito original: de uma atividade “especulativa” para uma “base de valor”, uma evolução natural na era da tecnologia.

Antes, a mineração de Bitcoin dependia excessivamente das oscilações de preço, criando uma bolha setorial. Agora, a IA, como uma das principais áreas tecnológicas atuais, possui potencial de valor comercial sustentável e crescimento contínuo. A transformação das mineradoras, aproveitando suas vantagens de infraestrutura, pode não só libertá-las da dependência de criptomoedas, mas também otimizar recursos e impulsionar um desenvolvimento mais saudável do setor.

Retornando à questão central: a IA realmente pode se tornar a “salvação” das mineradoras? A resposta é “possível, mas não garantida”. Para aquelas com infraestrutura sólida e capacidade de acelerar a superação de lacunas tecnológicas e de talentos, a IA pode ser a chave para escapar das dificuldades e alcançar um novo ciclo de crescimento. Mas, para as mineradoras sem vantagens competitivas claras ou que apenas seguem a moda, o risco de ficarem presas em novos problemas é real.

A onda de transformação na mineração de criptomoedas já começou, e a venda da MARA é apenas o começo. Com o avanço da tecnologia e o aperfeiçoamento regulatório, mais mineradoras irão se transformar, e o setor de IA também atrairá mais participantes. Essa mudança não afetará apenas a sobrevivência de empresas individuais, mas também irá redesenhar o cenário da mineração de criptomoedas, uma evolução que merece nossa atenção contínua.
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xxx40xxxvip
· 51m atrás
Para a Lua 🌕
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Retorno rápido do boi 🐂
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Faça a sua própria pesquisa 🤓
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Jogar tudo de uma vez 🤑
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Jogar tudo de uma vez 🤑
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Chongchong GT 🚀
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Firme HODL💎
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Entrar na posição de compra a preço baixo 😎
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Anda já a bordo!🚗
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ShizukaKazuvip
· 1h atrás
Basta avançar 👊
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