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Islândia vai submeter a adesão à UE a votação pública
(MENAFN) A Islândia está prestes a submeter o seu futuro europeu a um referendo público, com a Primeira-Ministra Kristrun Frostadottir a anunciar na quarta-feira que um referendo nacional sobre a reabertura das negociações de adesão à UE terá lugar nos próximos meses.
Frostadottir fez a declaração durante uma conferência de imprensa conjunta em Varsóvia, ao lado do Primeiro-Ministro polaco Donald Tusk — sinalizando uma possível mudança histórica para uma nação que manteve Bruxelas à distância por mais de uma década.
A primeira-ministra islandesa reafirmou a posição do seu governo de que tal mudança significativa na política externa deve ser, em última análise, decidida pelo povo islandês, e não unilateralmente pela administração no poder.
Tusk ofereceu um apoio inequívoco ao possível caminho da Islândia rumo à integração plena, declarando que as portas da UE permanecem firmemente abertas caso os islandeses decidam avançar.
“Eu ficaria muito feliz se a Islândia, a Noruega e outros países da Europa se tornassem parte do mesmo império que a Polónia”, afirmou.
Os laços da Islândia com a UE permanecem congelados desde 2015, quando Reykjavik rescindiu formalmente o seu pedido de adesão de 2009, devido a profundas divergências sobre direitos de pesca e questões de soberania nacional. A retirada interrompeu efetivamente um processo impulsionado pela turbulência financeira do final dos anos 2000.
Embora a Islândia continue a participar do Espaço Económico Europeu (EEE) e do Espaço Schengen, preocupações internas persistentes — incluindo a volatilidade da Coroa islandesa e pressões inflacionárias crescentes — reacenderam o debate público sobre se uma integração mais estreita com a UE poderia oferecer maior estabilidade económica.