Lágrima da Venezuela.. a pobreza acima de um mar de ouro negro.
- Já te perguntaste alguma vez: Por que razão a Venezuela de repente volta a estar na "agenda" de interesse agressivo dos EUA? A resposta não requer um analista político, mas apenas a leitura de um número no orçamento energético global. - Olha para a contradição gritante nos dados: A Venezuela possui a maior reserva comprovada de petróleo do mundo (303 bilhões de barris), superando a Arábia Saudita (267 bilhões de barris).
Mas.. Quando olhamos para as exportações, encontramos a Venezuela na cauda, com cerca de 4 bilhões de dólares, enquanto a Arábia Saudita exporta bens no valor de 181 bilhões de dólares, e até os Estados Unidos exportam 125 bilhões de dólares. - O ataque ou "cerco" americano recente no final de 2025 não é uma ação aleatória.
A equação é simples: O regime atual e as sanções bloqueiam cerca de 2,5 milhões de barris por dia do mercado. Os EUA percebem que mudar o regime ou garantir a sua estabilidade significa "libertar" esse enorme estoque. - O que isso significa para os mercados financeiros? O fluxo de petróleo venezuelano implica um aumento na oferta, e assim uma maior pressão de baixa sobre os preços do petróleo (que rondam os 57$).
Este cenário é "negativo" para o petróleo, mas é "muito positivo" para ativos de risco e mercados globais que prosperam com custos de energia baixos.
A política pode levantar slogans, mas a economia é quem define os objetivos.
E a Venezuela hoje é o alvo porque o mundo precisa do seu petróleo.. mas sob as suas condições.
Partilha a tua opinião.. Estamos perante uma nova era de energia barata?
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Já te perguntaste alguma vez:
Por que razão a Venezuela de repente volta a estar na "agenda" de interesse agressivo dos EUA?
A resposta não requer um analista político, mas apenas a leitura de um número no orçamento energético global.
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Olha para a contradição gritante nos dados:
A Venezuela possui a maior reserva comprovada de petróleo do mundo (303 bilhões de barris), superando a Arábia Saudita (267 bilhões de barris).
Mas..
Quando olhamos para as exportações, encontramos a Venezuela na cauda, com cerca de 4 bilhões de dólares,
enquanto a Arábia Saudita exporta bens no valor de 181 bilhões de dólares, e até os Estados Unidos exportam 125 bilhões de dólares.
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O ataque ou "cerco" americano recente no final de 2025 não é uma ação aleatória.
A equação é simples:
O regime atual e as sanções bloqueiam cerca de 2,5 milhões de barris por dia do mercado. Os EUA percebem que mudar o regime ou garantir a sua estabilidade significa "libertar" esse enorme estoque.
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O que isso significa para os mercados financeiros?
O fluxo de petróleo venezuelano implica um aumento na oferta, e assim uma maior pressão de baixa sobre os preços do petróleo (que rondam os 57$).
Este cenário é "negativo" para o petróleo, mas é "muito positivo" para ativos de risco e mercados globais que prosperam com custos de energia baixos.
A política pode levantar slogans,
mas a economia é quem define os objetivos.
E a Venezuela hoje é o alvo porque o mundo precisa do seu petróleo.. mas sob as suas condições.
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