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Ação judicial de promoção do Bitcoin contra Cuban e Mavericks rejeitada por questões de jurisdição
Fonte: Cryptonews Título Original: Ação judicial de promoção de Bitcoin contra Cuban, Mavericks descartada por questões de jurisdição Link Original: https://crypto.news/bitcoin-promo-lawsuit-vs-cuban-mavericks-tossed-on-jurisdiction-grounds/
Resumo
Detalhes do Caso
Um juiz federal dos EUA rejeitou uma ação de investidores em criptomoedas contra Mark Cuban e os Dallas Mavericks na sexta-feira, decidindo que os demandantes não conseguiram estabelecer jurisdição pessoal sobre os réus na Flórida.
O juiz Roy K. Altman do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul da Flórida determinou que não existia conexão legal suficiente entre a Flórida e a atividade promocional alegada para justificar a tramitação do caso.
A ação, apresentada em 2022, alegava que Cuban e os Mavericks usaram sua plataforma pública para promover os produtos da Voyager Digital, contribuindo para perdas de investidores após a falência do credor de criptomoedas. O caso fazia parte de uma litigância mais ampla contra celebridades, atletas e times esportivos acusados de promover plataformas de criptomoedas que posteriormente colapsaram.
Decisão de Jurisdição
A decisão focou nos limites de jurisdição, ao invés de avaliar se as promoções eram enganosas ou inadequadas. O tribunal concluiu que promoções nacionais ou online não constituem automaticamente um direcionamento intencional aos residentes da Flórida sob a lei de jurisdição de longo alcance do estado ou padrões constitucionais de devido processo.
O juiz rejeitou o caso sem prejuízo, permitindo que os demandantes possam reapresentar as reivindicações em outra jurisdição.
Provas Apresentadas
Os demandantes citaram comentários feitos por Cuban em uma coletiva de imprensa dos Mavericks em outubro de 2021, na qual ele afirmou que tinha investido pessoalmente na Voyager. A queixa também mencionou uma promoção dos Mavericks oferecendo $100 em Bitcoin para clientes que baixassem o aplicativo da Voyager, abrirem uma conta, depositassem $100 e completassem uma negociação.
A equipe jurídica de Cuban argumentou que nem Cuban nem os Mavericks tinham como alvo específico os residentes da Flórida e que Cuban havia advertido repetidamente as pessoas a exercer cautela com seu dinheiro ao discutir investimentos em criptomoedas publicamente.
Declaração de Defesa
A equipe de defesa afirmou que a rejeição seguiu anos de litígios e descobertas jurisdicionais. O tribunal rejeitou a ideia de que campanhas de marketing nacionais amplas podem estabelecer jurisdição em qualquer estado onde um investidor alegue prejuízo.
“A defesa está preparada para contestar as reivindicações onde quer que sejam apresentadas”, segundo documentos legais. A posição de Cuban permanece de que campanhas de marketing nacionais amplas não podem estabelecer automaticamente jurisdição em qualquer estado alegando prejuízo.
Contexto da Voyager
A Voyager entrou com pedido de proteção por falência sob o Capítulo 11 em julho de 2022, após perdas de mercado e falhas de contrapartes. A empresa supostamente possuía mais de $5 bilhões em ativos e atendia cerca de 3,5 milhões de clientes no seu auge em 2021.
O colapso desencadeou múltiplos processos contra executivos, parceiros e promotores, enquanto investidores buscavam testar os limites legais do marketing de criptomoedas e endossos de celebridades.
Mudanças na Propriedade
Cuban vendeu sua participação majoritária nos Mavericks para a magnata de cassinos Miriam Adelson no final de 2023, embora tenha mantido uma participação minoritária e continuado envolvido nas operações de basquete.
Será que o amigo cubano escapou de mais uma?
E a ação coletiva prometida, parece que nada foi resolvido
A estratégia da Voyager também é bastante agressiva