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Liu Jigeng: A-Share Market Created 5,000-6,000 Listed Companies in 30 Years, US Only 6,000 in 200 Years, Delisting Intensity Must Be Increased
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*Portuguese (European) translation:*
Liu Jigeng: O mercado A-Share criou 5.000-6.000 empresas cotadas em 30 anos, os EUA apenas 6.000 em 200 anos, a intensidade de deslistagem deve ser aumentada
Especial: Fortalecer a defesa dos direitos dos pequenos e médios acionistas — Fórum de Proteção ao Investidor Sina Finance 3·15
No dia 13 de março, realizou-se o Fórum de Proteção ao Investidor 3·15 do Sina Finance, com uma palestra principal do professor Liu Jipeng, da Escola de Negócios da Universidade de Direito e Política de Pequim, renomado especialista em mercado de capitais. Liu afirmou que, nos últimos 30 anos, a China criou entre cinco e seis mil empresas listadas na A股, enquanto os EUA levaram 200 anos para atingir o mesmo número, sendo necessário aumentar a rigorosidade das deslistagens.
No entanto, garantir o avanço suave do sistema de deslistagem depende fundamentalmente de estabelecer e aprimorar o sistema de compensação aos investidores.
Então, de onde virá o financiamento para esse sistema de compensação? Liu propôs duas sugestões: primeiro, criar um fundo de compensação dedicado, destinado a ressarcir os pequenos investidores prejudicados; segundo, responsabilizar firmemente os “malfeitores” para garantir que a compensação seja realmente efetiva.
Quem são os verdadeiros “malfeitores”? Liu destacou claramente que os principais responsáveis são os maiores acionistas e controladores das empresas listadas. Em seguida, vêm os intermediários de terceiros que atuam como cúmplices — incluindo contadores, advogados, avaliadores, entre outros. Ele explicou que, sem a cooperação e respaldo desses “terceiros”, fraudes financeiras e declarações falsas seriam difíceis de realizar e de serem reconhecidas pelo mercado. Portanto, a responsabilidade pela compensação deve ser rastreada desde essas duas fontes principais.
Ele citou a prática regulatória do mercado americano como exemplo, mencionando que a SEC já puniu duramente firmas de auditoria de elite, como a Arthur Andersen, levando à sua saída do mercado; na China, também houve casos de punições a corretoras, mas a força dessas ações ainda precisa ser fortalecida e ampliada. Liu enfatizou que, ao menos, deve-se buscar responsabilizar e recuperar parte das perdas dos investidores.
Além disso, ele mencionou a experiência do mercado indiano. Nos últimos anos, o mercado de ações indiano tem apresentado resultados notáveis, o que está intimamente ligado ao seu rigoroso mecanismo de punição na deslistagem. Na Índia, a deslistagem não é uma simples retirada, pois as autoridades reguladoras realizam inspeções completas, reavaliam ativos e exigem que os principais responsáveis assumam responsabilidade ilimitada. Por isso, poucas empresas se atrevem a deslistar de forma “leve” como no mercado chinês.
Declaração do Sina: Esta notícia foi reproduzida de mídia parceira do Sina. A publicação neste site tem o objetivo de transmitir mais informações e não implica concordância com os pontos de vista ou confirmação de suas afirmações. O conteúdo do artigo é apenas para referência e não constitui recomendação de investimento. Os investidores operam por sua própria conta e risco.
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Responsável: Chang Fuqiang