Tenho pensado muito sobre essa questão — em 2000, o PIB do Japão era quatro vezes o da China, e em 2023, a China virou o jogo e é 4,2 vezes maior que o Japão. Essa inversão pode ser resumida numa frase: "o mundo mudou".
Sabem, essa lógica é exatamente igual àquela dos "cavalo negro" que surpreendem no mundo das criptomoedas.
Quem não foi seduzido pelo brilho do "Made in Japan" na época? Era como em 2017, quando todos acreditavam que "moedas de 100x" eram fáceis de pegar, e em 2021, uma enxurrada de investidores perseguindo projetos de estrelas. Os vencedores de curto prazo facilmente criam ilusões, levando a pensar que aquilo é a verdade eterna.
Mas, após vinte anos, a história virou. O Japão, apoiado pelos dividendos pós-guerra, conquistou a segunda posição, mas na corrida pela inovação tecnológica e modernização de infraestrutura, seu ritmo começou a desacelerar. Em contrapartida, a China escolheu outro caminho: focar em pesquisa e desenvolvimento, investir em infraestrutura e preencher lacunas, transformando o roteiro de "perseguidor" em "líder".
Trazer essa lógica para o mercado de criptomoedas é uma lição de livro. Já vi muitas pessoas agarradas aos projetos que já tiveram seu auge, como se alguém acreditasse que "o Japão será sempre o segundo". A dura verdade do mercado cripto é: não há rei eterno, apenas tendências eternas.
Em 2018, o "rei das blockchains públicas" foi elevado ao status de divindade, mas hoje seu valor de mercado é quase zero; enquanto isso, setores como Layer2, AI + blockchain, que ninguém dava nada na época, de repente explodiram, como veículos elétricos novos. A lógica por trás disso é exatamente a mesma do desenvolvimento de vinte anos da China: investimento contínuo + inovação tecnológica + construção de ecossistema = tendência irreversível.
Por que o Japão ficou para trás? No final das contas, são alguns fatores — crescimento do investimento em P&D não acompanhou, dependência de tecnologia externa, infraestrutura controlada por interesses de capital. A diferença é clara.
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TokenCreatorOP
· 3h atrás
Ainda é mesmo, aqueles que insistem nas moedas antigas são como investidores de varejo que insistem na bolsa de valores do Japão; quanto mais esperam, mais desesperados ficam.
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RealYieldWizard
· 3h atrás
Mesmo, olhem como estão as blockchains públicas de 2018 agora... que pena
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MetaMasked
· 3h atrás
Ah, bem... usar o PIB do Japão para inverter o ciclo de crypto realmente tem algum sentido, mas ainda acho que superestimamos a certeza do destino nacional e da tecnologia, né?
Tenho pensado muito sobre essa questão — em 2000, o PIB do Japão era quatro vezes o da China, e em 2023, a China virou o jogo e é 4,2 vezes maior que o Japão. Essa inversão pode ser resumida numa frase: "o mundo mudou".
Sabem, essa lógica é exatamente igual àquela dos "cavalo negro" que surpreendem no mundo das criptomoedas.
Quem não foi seduzido pelo brilho do "Made in Japan" na época? Era como em 2017, quando todos acreditavam que "moedas de 100x" eram fáceis de pegar, e em 2021, uma enxurrada de investidores perseguindo projetos de estrelas. Os vencedores de curto prazo facilmente criam ilusões, levando a pensar que aquilo é a verdade eterna.
Mas, após vinte anos, a história virou. O Japão, apoiado pelos dividendos pós-guerra, conquistou a segunda posição, mas na corrida pela inovação tecnológica e modernização de infraestrutura, seu ritmo começou a desacelerar. Em contrapartida, a China escolheu outro caminho: focar em pesquisa e desenvolvimento, investir em infraestrutura e preencher lacunas, transformando o roteiro de "perseguidor" em "líder".
Trazer essa lógica para o mercado de criptomoedas é uma lição de livro. Já vi muitas pessoas agarradas aos projetos que já tiveram seu auge, como se alguém acreditasse que "o Japão será sempre o segundo". A dura verdade do mercado cripto é: não há rei eterno, apenas tendências eternas.
Em 2018, o "rei das blockchains públicas" foi elevado ao status de divindade, mas hoje seu valor de mercado é quase zero; enquanto isso, setores como Layer2, AI + blockchain, que ninguém dava nada na época, de repente explodiram, como veículos elétricos novos. A lógica por trás disso é exatamente a mesma do desenvolvimento de vinte anos da China: investimento contínuo + inovação tecnológica + construção de ecossistema = tendência irreversível.
Por que o Japão ficou para trás? No final das contas, são alguns fatores — crescimento do investimento em P&D não acompanhou, dependência de tecnologia externa, infraestrutura controlada por interesses de capital. A diferença é clara.